domingo, 10 de outubro de 2010


“Que eu não veja obstáculos na união de corações sinceros…
O amor não se turva em águas turvas,
nem se curva ante a chuva…
Não…
É uma luz constante que a tempestade não altera…
É a estrela de toda a mão errante…
de brilho claro…
embora sem matéria…
Não é joguete do tempo,
embora a carne sofra o peso da sua foice…
Se isso for falso e provado também,
Eu não escrevi…
e nunca se amou ninguém.”

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